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domingo, 26 de maio de 2013

NOVOS ASSOCIADOS DA APR - 25.05.2013

Na Assembleia Geral de 25 de Maio de 2013, que teve lugar na Casa do Cinema, sede da APR, três realizadores juntaram-se à A.P.R.:
Miguel Gomes
Rita Cruchinho
Salomé Lamas

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

NOVOS ASSOCIADOS DA APR - 02.02.2013

Na Assembleia Geral de 2 de Fevereiro de 2013, que teve lugar na Casa do Cinema, nova sede da APR, três realizadores juntaram-se à A.P.R.:
Susana de Sousa Dias
Rodrigo Areias
Vicente Alves do Ó

sábado, 31 de março de 2012

Portugese Film Directors debate new Cinema Law - FERA Março 2012


APR held an extraordinary General Assembly at the Cinemateca in Lisbon on 11 February de 2012
Portugese Film Directors debate new Cinema Law
APR (Portuguese Association of Directors) held an extraordinary General Assembly on 11 February to discuss the draft of the new Cinema Law which was released on 1 February. APR welcomed the fact that the Secretary of State for Culture has fulfilled his promise to publish the bill for public consultation.
There are very positive proposals for the government to assume the responsibilities of film funding through programmes intended to provide economic support to various activities for the development of film art. The draft law proposes measures to broaden funding sources and set the level of financing rates and contributions to be paid by the various service providers, platforms and broadcasters.
Although some of the articles raise questions which will need to be addressed, APR generally approves of the proposed law.
However, as the law leaves some important definitions for later clarification, APR insists that they be defined in close collaboration with the professional associations.
Given the critical situation the Portugese film industry is currently in, the directors of APR appeal to the Prime Minister, the Secretary of State for Culture and Members of Parliament to approve this law and its regulation as soon as possible.!
This General Assembly was attended by FERA CEO Elisabeth O. Sjaastad, who expressed FERA’s concern about the situation facing our Portugese members, and especially the uncertainty surrounding the Institute for Cinema and Audiovisual (ICA) where the open calls for project funding have been suspended, with no clear information about when they will resume.!
In a statement released on 24 February on the subject of the new Cinema Law, APR poignantly draws attention to the recent international success of Portugese filmmakers:
“Portuguese films, which will be in increasingly small numbers from this year onwards, have captured the attention of film professionals from around the world. The awards that the filmmakers John Salaviza and Miguel Gomes received at this year’s Berlinale, is a great achievement for Portuguese cinema. They have proven their enormous vitality and ability to cross all borders. It is urgent to let them live!”

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Comunicado da APR sobre a proposta de Lei do Cinema

Reunidos em Assembleia Geral Extraordinária em 11 de Fevereiro de 2012, os realizadores da APR (Associação Portuguesa de Realizadores) analisaram a proposta de Lei para o Cinema, que se encontra em consulta pública e consideraram que:

É de louvar que o Senhor Secretário de Estado tenha cumprido a sua promessa de colocar a proposta de lei à discussão pública no dia 1 de Fevereiro;

São muito positivas as propostas do governo ao assumir as responsabilidades do apoio ao cinema através de programas destinados a conceder apoio financeiro às diversas actividades para o desenvolvimento da arte cinematográfica, assim como as medidas que visam alargar as fontes de financiamento ao fixar na lei taxas e contribuições a serem pagas pelos diversos operadores de serviços das várias plataformas de circulação de imagem.

Este projecto de lei que mereceu aos realizadores da APR a aprovação na generalidade (apesar de alguns dos artigos terem levantado questões que serão mais tarde formuladas pela APR), carece todavia das definições que, só a sua regulamentação através de diplomas específicos, tornarão claras e lembram que para a regulamentação desta Lei será imprescindível a colaboração dos profissionais do sector.

A APR enviará antes do fim do mês de Fevereiro, as suas questões e contributos como foi sugerido pela Secretaria de Estado.

A Associação Portuguesa de Realizadores representa actualmente 80 realizadores em Portugal e faz parte da FERA (Federation of European Film Directors) que representa 32 associações de realizadores em 27 países da Europa.

Esta Assembleia Geral da APR contou com a presença de Elisabeth O. Sjaastad, uma das responsáveis da FERA que, preocupada com a situação que ameaça o Cinema em Portugal, com o encerramento dos concursos do ICA e a data incerta da sua abertura, se deslocou a Portugal para apoiar os realizadores portugueses e oferecer a sua colaboração.

Face à gravíssima situação em que se encontra actualmente o sector cinematográfico, os realizadores da APR apelam ao Primeiro Ministro, ao Secretário de Estado da Cultura e aos Deputados da Assembleia da República que aprovem a presente lei com a maior brevidade possível bem como a sua regulamentação.

Não podemos deixar ainda de sublinhar que este é um grande momento para o cinema português, onde a atenção dos cineastas e profissionais de cinema de todo o mundo se virou para Portugal com os prémios que os realizadores João Salaviza e Miguel Gomes arrecadaram em Berlim para os seus filmes de curta e de longa metragem. Os filmes portugueses, que serão em numero cada vez mais reduzido a partir deste ano, revelaram neste Festival através dos dois realizadores, a sua enorme vitalidade e capacidade para rebentar com todas as fronteiras. É urgente deixá-los viver!

Lisboa, 19 de Fevereiro de 2012

A Direcção da APR - Associação Portuguesa de Realizadores

domingo, 10 de janeiro de 2010

NOVOS ASSOCIADOS DA APR - 11.2009

Na Assembleia Geral de 19 de Novembro, sete realizadores juntaram-se à A.P.R.
André Godinho
Frederico Serra
Hiroatsu Suzuki
João Salaviza
Miguel Cabral
Rossana Torres
Tiago Guedes

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Não queremos esta política para o cinema

O Cinema Português - aquilo que se constituiu como actividade artística, ao arrepio das lógicas e das práticas de massificação embrutecedora - tem-se revelado um dos mais belos frutos da energia que, desde as importantes convulsões históricas em torno de Abril de 1974, impele todos quantos nele se envolvem (realizadores, actores, técnicos, espectadores...) a mexer na vida e no mundo. Basta atentar na maneira como os objectos artísticos que decorrem desse cinema singular interpelaram e continuam a interpelar quem, dentro e fora do país, os descobre e com eles dialoga.
Nós, realizadores, envolvidos a diversos títulos, nos olhares, nos modos de fazer e nas práticas de pensamento, que caracterizam o cinema que defendemos, queremos tornar claro que :
- Rejeitamos todas as manobras de gabinete que visam destruir, em lugar de alargar e aperfeiçoar, as estruturas de apoio ao cinema enquanto actividade artística.
- Recusamos a política - iniciada em 2002 - que tem levado o Instituto de Cinema, ao longo de sete anos, a um progressivo esvaziamento das suas funções: diminuição drástica de filmes apoiados, portas cada vez mais fechadas a novos realizadores e a projectos mais experimentais, falta de transparência dos júris, redução de tudo o que é essencial para o desenvolvimento de um cinema vivo e independente.
- Indignamo-nos contra todas as formas de capitulação ou cumplicidade dos responsáveis que — sob a pressão de agentes do mercado empenhados em reduzir o cinema a uma actividade puramente comercial e a coberto de escandalosas mentiras — visam transformar o frágil sistema de apoios financeiros à criação cinematográfica em linhas de crédito a fundo perdido para alimentar produtores sem escrúpulos e realizadores sem projecto artístico.
- Tudo faremos para impedir que os escassos meios de que o estado dispõe para promover a actividade de criação cinematográfica sejam desbaratados na produção de «conteúdos » boçais: a existência deles só deveria depender das receitas que as regras do mercado lhe concedessem. É inadmissível que sejam meios financeiros dependentes do Estado que os sustentem.
- Queremos um Instituto de Cinema, que apoie e redinamize o Cinema, que o defenda e que seja capaz de reestabelecer o diálogo - e não um simulacro de diálogo - com os realizadores, os seus principais responsáveis.
- Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para denunciar todas as tentativas de aniquilação do nosso cinema enquanto memória viva e instrumento para pensar os passados e os futuros de Portugal.
APR- Associação Portuguesa de Realizadores
texto aprovado na Assembleia Geral da APR do 12 de Fevereiro 2009

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

NOVOS ASSOCIADOS DA APR

Na Assembleia Geral de 12 de Novembro, quatro realizadores juntaram-se à A.P.R.
João Dias
João Trabulo
Jorge Cramez
João Pinto Nogueira

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

ASSEMBLEIA GERAL DA APR

ASSEMBLEIA GERAL DA APR
Quinta-feira dia 27 de Novembro
No Institut Franco-Portugais
Rua Luis Bívar, 91
1050-143 Lisboa

Entre as 16h e as 18h30

ORDEM DE TRABALHOS
1. Informações.
2. Novos sócios, outras situações e problemas pendentes.
3. Discussão sobre o plano de produção de 2009 e sobre o funcionamento do ICA
3. Definir qual a posição da APR perante a reacção (ou inacção) do ministro da cultura ao texto que lhe irá ser enviado no início da próxima semana.
4. Recepção e debate de propostas
para o plano de actividades da APR 2009

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Direcção da APR (2008-2010)

CORPOS GERENTES DA APR
ELEIÇÃO DO 18 DE ABRIL DE 2008

Foram eleitos, no dia 18 de Abril de 2008, os novos corpos gerentes da APR para os próximos 2 anos.
A lista eleita - com maioria absoluta - na Assembleia Geral do 18 de Abril de 2008 é composta por :

DIRECÇÃO
Presidente
Margarida Gil

Vice-Presidente
Fernando Vendrell
Inês de Medeiros

Luis Alvaraes
Nuno Amorim
Teresa Garcia
José Nascimento

ASSEMBLEIA GERAL
Antonio Loja Neves (Presidente)
António Escudeiro
Pierre-Marie Goulet

CONSELHO FISCAL
João Canijo (Presidente)
Jorge António
João Matos Silva

domingo, 20 de abril de 2008

Progama da Direcção (AG de 18 de Abril de 2008)

APR – Programa Lista nº1
Intervenção Geral

- Defender a existência clara e significativa de filmes de longa, media e curta metragem, primeiras obras, documentários de criação, filmes de animação etc, de forma a garantir a inovação, a renovação e a diversidade do cinema em Portugal sob a base do Programa Mínimo (em anexo)
- Exigir do ICA que se responsabilize por um apoio real a todo um tecido de produção, criação, divulgação, apresentação, exibição dos filmes, edição em DVD etc, apoio que tem vindo a esbater-se progressivamente.
- Defender os direitos dos realizadores junto das estruturas que gerem o cinema nomeadamente o ICA (Instituto de Cinema).
- Defender júris para os concursos de apoio ao cinema com capacidades artísticas de “ver” as potencialidades de um filme através de um projecto e menos virados para os interesses de bilheteira ou “audiências televisivas”.
-Combater a tendência de subordinação das politicas de apoio ao Cinema aos interesses comerciais e do cinema fast-food, defendendo que seja previligiada uma politica de apoio ao Cinema de autor e Cinema com interesse e valor cultural, único passivel de marcar a nossa especificidade e diversidade cultural e de projectar a nossa Cultura no mundo.

- Ter contactos regulares, com as outras Associações Profissionais do sector, defendendo junto destas a conjugação de esforços para a defesa dos interesses comuns aos profissionais do sector e ao Cinema.
- Estabelecer contactos regulares, ou protocolos com a SPA
- Formular contratos tipo com produtores e difusores e fornecer apoio jurídico

- Fomentar o contacto da APR com outras congéneres internacionais.

- Congregar os realizadores e incentivar o encontro e a troca de experiências
- Facilitar a circulação da informação sobre iniciativas, apoios, festivais e prémios
- Ajudar a difusão das obras dos associados, no circuito cinematográfico (comercial, arte e ensaio e alternativo) nacional e internacional
- Promover a divulgação do Cinema que defendemos através de blogs, revistas, publicações, encontros, colóquios, mostras e festivais.
- Criar encontros, mostras ou outras manifestações em torno dos filmes e dos realizadores com participações de cineastas ou outras pessoas ligadas ao cinema, portugueses e estrangeiros.
- Abrir as portas que estiverem ao nosso alcance ao surgimento de novos realizadores, de novos filmes.

- Elaborar com o concurso da camada mais jovem de realizadores um plano e calendário de actividades de utilidade e relevância para o sector , nomeadamente de apoio a estes novos realizadores que saiem todos os anos das escolas de Cinema, conseguindo para tal os apoios oficiais que permitam a auto-sustentabilidade destas actividades. 

- Assegurar através da correcta e atempada cobrança das quotas, da angariação de apoios, parcerias ou organização de eventos, a auto-sustentabilidade financeira da Associação, de modo a garantir o funcionamento do espaço a conseguir bem como de uma estrutura mínima de secretariado que mantenha a funcionalidade da Associação.
- Obter um espaço para a Sede da APR junto da CML, do ICA ou do MC, etc.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2003

Direcção da APR (2003-2008)

Foram eleitos, no dia 10 de Dezembro de 2003, os corpos gerentes da APR

DIRECÇÃO
João Mário Grilo (presidente)
Alberto Seixas Santos (vice-presidente)
Fernando Vendrell (vice-presidente)
Manuel Mozos (secretário)
Serge Tréfaut (tesoureiro)
Teresa Garcia
Miguel Gomes

ASSEMBLEIA GERAL

João Botelho (presidente)
Nuno Amorim (vice-presidente)
Leonor Areal (secretária)

CONSELHO FISCAL
António Loja Neves (presidente)
João Matos Silva (secretário)
Luís Alves de Matos (relator)